“Mentiroso, mentiroso! ” Assim reagiu Inês do Rego Moraes ao argumento do ex Ricardo Coutinho, que na manhã desta segunda-feira (23) palestrava na faculdade Iesp e, quando indagado sobre o crime de Bruno Ernesto, RC disse ter mandado investigar o assassinato do filho de Inês.
Ela indagou ao ex-governador porque ele não se explicou sobre a arma e munições do Estado usada no dia do crime. E Inês “Jamais explicou como as armas e munições foram utilizadas no dia do crime”.
Coutinho afirmou que, ainda como governador, em 2012, ano do crime de Bruno, que os supostos assassinos foram condenados e presos. Inês insistiu que esclarecesse como a arma e as balas foram para na cena do crime de seu filho.
Como o argumento não convenceu a mãe de Bruno Ernesto, então ela chamou o ex-governador de “mentiroso, mentiroso!” Com o clima tenso, Inês Moraes passou mal e teve que ser socorrida para um hospital de João Pessoa.
(Com informações do blog de Helder Moura)

Não foi porque o argumento não convenceu que ela chamou Ricardo Coutinho de mentiroso.
Ela chamou ele de MENTIROSO pela crueza das palavras dele.
Como pode uma criatura, Ricardo Coutinho, afirmar a uma mãe que teve o filho assassinado, que está buscando justiça, e tem a vida esmagada pela dor de ter tido o filho EXECUTADO, está indignada por causa da relação dela com o filho?
Ele não tem o direito.
Quanta crueza ao dizer: “CONHEÇO A MULHER DO SEU FILHO, SEI DA SUA RELAÇÃO COM ELE, POR ISSO COMPREENDO SEU SENTIMENTO”
Querendo que as pessoas acreditem que o quê essa mãe, aniquilada pela dor, tem é remorso pela relação que tinha com o filho.
O SENHOR ESTÁ MENTINDO, como afirma Inêz.
Assim como os advogados do assassino do meu filho mentiram ao dizer que meu marido e ele l, com apenas 16 anos estavam embriagados.
Essa é a estratégia utilizada por culpados para se defender.
Que crueza!
Nem nosso maior inimigo merece a dor de ter um filho assassinado.