A fome do vereador campinense Renan Maracajá foi tanta pela merenda das criancinhas das escolas públicas de Campina Grande, que o TRF-5 decidiu mantê-lo preso no presídio de João Pessoa.
A defesa pretendia que o principal integrante da Orcrim passasse a cumprir medidas cautelares, como prisão domiciliar. Mas o desembargador Rogério Fialho decidiu pela manutenção da prisão preventiva.
Renan está preso desde o dia 22 de agosto, ocasião da 2ª fase da Operação Famintos, que investiga um esquema criminoso especializado em fraudas licitações para compra de merenda escolar.
