Quando o cristal se quebra é porque não aguentou o veneno

João Azevedo e Ricardo Coutinho ficaram a um metro de distância um do outro e não se cumprimentaram.

Sequer, olharam de lado, em que pese estarem na mesma fileira das cadeiras do Almeidão, ocasião do jogo entre Botafogo e Náutico.

Com ciúmes – não tem outra explicação (?) – Coutinho abocanhou o PSB das mãos do recém nomeado auxiliar do Palácio, Edvaldo Rosas.

João, naturalmente, se sentiu traído. E foi mesmo, porque não esperava por tamanho ato maquiavélico.

Agora, não existe clima de confiança entre eles. A traição é a pior das coisas, pois o que João fez por Ricardo ninguém faz.

Resultado: foi “apunhado” pelas costas.

2 comments

  1. Realmente o que João fez por Ricardo ninguém faz pois continuo todos os secretários de Ricardo no governo de João isso o ex governador não vê-

  2. Essa briga não tem o menor sentido. Ora, se João Azevedo já publicizou que quer Ricardo candidato a Prefeito de João Pessoa, por quê ter o comando do partido seria essencial para REIcardo !? É óbvio que, havendo convergência de opinião, isto é, Ricardo candidato a Prefeito, NINGUÉM iria se opor. Então, por que essa briga?

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