Bem, está previsto para esta quinta-feira (18) uma nova etapa do julgamento da Aije do Empreender, que o Ministério Público Eleitoral (MPE) acusa ter influenciado na eleição de 2014, desequilibrando a campanha.
A propósito, com a presença do “VAR”, que vem a ser o árbitro assistente que analisa as decisões tomadas pela maior autoridade dentro das quatro linhas. O repórter usa o linguajar futebolístico para mostrar que é possível, sim, mudar o voto do desembargador-relator José Ricardo Porto.
Como se sabe, ele mudou todo o parecer do Ministério Público Eleitoral, passando a imprensa que o programa governamental apenas cumprira o seu objetivo, mesmo conhecendo o processo e de mãos de confissões de pessoas que mudaram o voto na eleição para governador em troca de grana do Empreender.
O julgamento começou na quinta-feira passada, mas deveria ter acontecido há quatro anos, quando o MPE pediu a cassação do então governador e da vice Lígia Feliciano, além da inelegibilidade de ambos por oito anos. Restou o segundo item, porque o primeiro perdeu o objeto, cujas razões é do conhecimento público.
O árbitro assistente no caso do julgamento da Aije do Empreender é o juiz Antônio Carneiro, que pediu vista e tem a responsabilidade, hoje, de dar um voto novo, ou continuar no erro de que o caso em questão é uma espécie do “montanha pariu um rato”, em se confrontando com o parecer do Ministério Público Eleitoral.

qualquer outro veredito que não seja a inelegibilidade do ex governador e rasgar a justiça ao meio , ou seja
que tem justiça e justiça, uma para os amigos que tudo é possível e justiça propriamente dita, pois as provas dos autos são robustas demais, que até para um leigo como eu, não tenho duvidas da responsabilidade do governante nos crimes cometidos, espero que a justiça seja única e justa.