Claudia Veras fez um balanço de dois anos e quatro meses à frente da Secretaria de Saúde do Estado, segundo ela, “das mais desafiadora tarefa na minha trajetória profissional”, escreveu na prestação de contas do seu período no comando da SES.
“Minha formação e qualificação profissionais na área de saúde pública, e sobretudo uma defensora do SUS – Sistema Único de Saúde -, não fizeram esta missão menos árdua”, cravou.
E prosseguindo disse: “O meu sentimento hoje é essencialmente de gratidão: por ter tido esta oportunidade de ter sido indicada para assumir esta função, pela incrível possibilidade de contribuir com o trabalho cotidiano que é a construção do SUS e, sobretudo, aprender com vocês todos os dias…”
“… Nessa função tive o privilégio de contribuir com o cumprimento de metas ousadas e estruturantes da saúde pública na Paraíba (…) Algumas delas mais visíveis: como a implantação do Hospital do Bem – o primeiro serviço público de assistência oncológica no sertão paraibano; o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires – o primeiro hospital público de referência em neurologia e cardiologia no Estado, o Centro Especializado de Referência em Reabilitação – o CER de Sousa, a ampliação de leitos (clínicos e de UTI), a organização dos serviços para a conformação das redes de atenção à saúde, dentre muitas outras ações”.
Antecipou o que está programado para os próximos anos: “Estão definidas as metas e ações que nortearão o trabalho, e será necessário energia redobrada para um governo socialista, em um momento que a conjuntura política sofre profundos ataques que comprometem a democracia e o direito à saúde universal e equânime”, concluiu.
Claudia Veras deixa a Secretaria de Saúde, mas segue no governo ocupando o cargo de secretária Executiva de Articulação Política.

Fez um bonito trabalho a frente da secretaria de saúde profissional competente e honestidade inabalável
Não fez um bom trabalho, na minha cidade o hospital local fechou, custava 40.000, 00 mil por mês e um deputado gastou 700.000.00 mil com móveis, dava pra manter o hospital local por um ano e meio e beneficiar uma população de 7.000 mil pessoas, péssimo trabalho, interesse particular de alguns.