Presidente estadual do PSL, Julian Lemos enquadrou o deputado estadual Moacir Rodrigues por filiações sem a devida autorização superior, como se o partido fosse uma espécie de “casa” de “noca”, onde todos mandam.
Desavisado, Moacir talvez não saiba que toda sigla partidária tem regras, normas e que precisam ser respeitadas. Por isso, sua atitude poderá provocar uma advertência ou até mesmo a pena mais rigorosa: a expulsão.
Julian, que também é deputado federal, chegou a divulgar uma nota em que fala ser “clarividente que o pretexto da reunião soa legítima e alvissareiro ao partido”. Entretanto, discorre que “é sabido que gravitam na política paraibana, que o membro insurgente, usado como boneco de ventríloquo de força política familiar-superior, tenta ocupar a direção estadual do partido por meio de ‘notinhas’ da imprensa e a reboque disso postagens mentirosas”.
Chama a atenção trecho da nota “dando conta que o órgão diretivo estadual teria caducado, inverdade que se desfaz com uma rasa consulta no site do TSE, que atesta a vigência do diretório legítimo, tendo Julian Lemos como Presidente Estadual”.
Crava, ainda, que “a forma, não nos impressiona, esse tipo de política rasteira é própria do grupo político desertor”.
Em suma, Moacir Rodrigues tentou dar um golpe e Julian puxou o freio de mão.
