Em entrevista ao jornal Correio da Paraíba, o então arcebispo da Arquidiocese da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, disse que sofreu perseguição da Igreja Católica paraibana, atribuindo às suas posições políticas. Contou que foi coagido a escrever carta de renúncia, alegando problema de saúde.
Pagotto reside atualmente em Fortaleza-CE e acusa que não teve direito de defesa. “Coagido pela autoridade eclesiástica, sob obediência, escrevi uma carta ao Papa como o pedido de renúncia”, revela. Citou como uma de suas posições políticas a participação em atos contra o governo petista.
“Esse gesto provocou reações adversas na ala eclesiástica que simpatiza ou se identifica com as posições do Partido dos Trabalhadores. A autoridade eclesiástica me chamou e me recomendou ‘ficar em cima do muro’ , um comportamento que faz parte do meu caráter”, afirmou.
(Com informações do jornal Correio da Paraíba)

Esse moço reununciou por mau comportamento frente a pedofilia existente no seu bispado e em pleno século 21.
Chegou cheio de moral retirando da cúria e de seu entorno todos os movimentos sociais e pastorais que la se instalaram.
Sua atuação e prática política (questionaveis sim é verdade) não o tiraria do comando da igreja no estado.
Ou era fraco como cristão, comedor de bola e pau mandado dos corruptos ou pedofilo mesmo. Pois um verdadeiro cristão sem culpa alguma jamais correria da briga ou renunciaria, seguiria firme e forte na fé e confiante na justiça divina e terrestre.
Não me convense seus argumentos!