O entendimento do Ministério Público Federal é que Malu Vinagre (foto) não foi uma candidata “laranja”. Prova é tanto que determinou o arquivamento de investigação contra ela.
Malu recebeu R$ 150 mil do Pros, partido do qual é filiada e, ainda, R$ 500 mil da direção nacional do PT. Irmã do ex-deputado federal André Amaral, a prestação de contas foi aprovada sem restrição.
Prestou conta direitinho do dinheiro recebido como doação de campanha e, pela decisão do MPE, não há o que questionar contra a conduta dela durante as eleições de 2018.
