Em nota extensa e cansativa, Michele Ramalho atribuiu a denúncia de fraude no Esporte Espetacular a “uma auditoria para corrigir os vícios que marcaram a administração do nosso futebol ao longo dos últimos anos”.
Escreveu que “em face disto entendemos que as denúncias lançadas contra o nosso projeto devem ser recebidas com a maior naturalidade”.
Acredita que teriam sido “feitas por pessoas que foram afastadas da Federação e do futebol pelas más práticas e ilegalidades que eram comuns antes da nossa posse…”
“… Ademais, estamos em pleno processo de autoria interna, apurando os desvios de conduta de uma série histórica praticados por ex-gestores e ex-funcionários”, afirmou.
Segue, afirmando que “o que nos impressiona, no entanto, é que uma reportagem de uma grande emissora nacional venha publicar calúnias e difamações”.
Se vale, ainda, de uma decisão do STF – Supremo Tribunal Federal, no julgamento da ADPF 130, que trata do “abuso ocorrido no exercício indevido da manifestação de pensamento na imprensa”.
Ao longa da nota, reitera o seu compromisso e finaliza afirmando que “estamos adotando todas as medidas legais para combater esse abuso e vamos até o fim para que os transgressores venham a ser punidos exemplarmente.”
No entanto, em momento algum se defende da denuncia de fraude em sua eleição e encerra o escrito em defesa de punição rigorosa e “exemplar com o rigor da lei para que não mais venham tripudiar da imagem e da honra de pessoas sérias e honestas”, disse Michele.
