Manoel Júnior diz que está com sentimento de indignação

Manoel Júnior informou ontem, através de nota, que “jamais recebi doação ou qualquer tipo de contribuição da JBS para minhas campanhas”.

Durante a Operação “Capitu”, o ex-emedebista foi um dos alvos por uma ação da Polícia Federal que cumpriu mandado de busca e apreensão em apartamento de propriedade do vice-prefeito de João Pessoa, localizado no bairro Altiplano.

A despeita da decisão judicial, ele detalha que “as quais, de forma leviana e irresponsável, colocaram sob suspeição o exercício de minha atividade parlamentar enquanto deputado federal”.

Logo no primeiro (7) item da nota, disse que “a ação foi derivada de depoimento em colaboração do Sr. Lúcio Funaro” e sustenta, em seguida, que “não conheço, não tenho, nem nunca tive qualquer tipo de relação com essa pessoa”.

Disse, ainda, que “meus advogados estão diligenciado em Brasília para buscar informações sobre o processo”, garantindo que “eu desconheço”.

“Após ter acesso aos autos, ciente das circunstâncias que levaram a esta abusiva ação, farei nova manifestação”, destacou.

A nota segue com mais dois itens:

“Nas funções públicas que exerci e na minha vida privada jamais pratiquei qualquer ato à margem da lei. O sentimento é de absoluta indignação. De outro lado, confiando na Justiça, coloco-me inteiramente à disposição de todas as autoridades para quaisquer esclarecimentos em busca da verdade, que demonstrará, indubitavelmente, que nenhum ilícito foi cometido por mim seja no exercício ou não das minhas funções…”

“… Afirmo, com serenidade e segurança, que minhas atividades parlamentares nunca ultrapassaram os limites legais. Mantenho a tranquilidade de quem nada deve. As investigações demonstrarão que eventuais acusações contra minha pessoa, as quais desconheço, repito, serão devidamente esclarecidas provando que nenhuma irregularidade pratiquei”, escreveu.