Há uma flagrante tentativa de setores da campanha majoritária socialista de descolar de Ney Suassuna, 1º suplente da chapa de Veneziano Vital para o Senado da República.
O reverendo Luiz Couto é um deles, embora não tenha sentido ainda o palanque de sua campanha casada com a de Veneziano balançar.
O incômodo é tão evidente que Ney foi o último a falar num comício realizado no interior do Estado, quando não existia mais ninguém e, depois que todos falaram.
Apesar de não ter nenhuma influência nas decisões da cúpula da campanha, Suassuna passa a ser um estranho nos jardins dos girassóis e em outros jardins aliados também.
Sorte que a campanha está acabando.
