Se recusar dinheiro do fundo eleitoral dá voto Bruno Cunha Lima já está com vaga assegurada na próxima legislatura da Câmara Federal, em Brasília. Registrou em cartório que não aceita e deve mandar de volta para os cofres da União cerca de R$ 1,2 milhão.
Mas em tempos de eleição existem dessas coisas mesmo. Veja você, que a justificativa do deputado estadual que não aceitou o dinheiro “porque é contra a retirada de recursos da saúde para financiamento das campanhas”, disse através da assessoria.
Deixa transparecer que tem eleição assegurada porque conta com o apoio dos “eleitores conscientes”. Será que é assim mesmo?
