A primeira impressão é que Flávio Moreira desencarnou do PSB extremamente magoado, mas não menciona na carta-renuncia o real motivo de estar trocando João (Azevêdo) por Zé (Maranhão).
A magoa não é com o governador do Estado, presidente de honra dos socialistas. Porém, dá sinais que seu problema é com o candidato socialista, verdadeiramente.
Parte do princípio que defende a renovação política, que acha ser necessária e descreve que “João não é Ricardo” e recusa a votar na “suposta continuidade” do governo.
Moreira é aquele mesmo que exerceu diversos cargos no Governo do PSB, também no partido. Por último a primeira secretaria da Executiva estadual.
A notícia logo escorreu pelo asfalto.
