Petê sem representatividade que justifique indicação

O PT espera emplacar algum nome do partido na chapa majoritária do socialista João Azevêdo nas eleições deste ano, de preferência alguém para a vaga de senador. Os petistas mais conscientes acham difícil que aconteça, principalmente depois que Daniella Ribeiro ganhou a preferência do governador Ricardo Coutinho.

A reação do petismo em relação a progressista tem sido tímida. Prova disso, é que ninguém o partido falar alguma coisa, uma posição diferente de quando surgiu o nome de Veneziano Vital para a vaga de senador na chapa dos socialistas, também após ser ventilado o ex-senador Efraim Morais para o espaço de vice.

A estratégia, agora, parece ser de silêncio, até porque o que representa o petê daqui? Eis a primeira pergunta e não há resposta para justificar a indicação de “A” ou “B” para compor a chapa com João Azevêdo, Veneziano Vital e Cia.