O PT quer porque quer tirar o DEM de tempo da formatação da chapa majoritária a ser encabeçada pelo socialista João Azevêdo, sem observador que o petismo “já era”. É só dar uma passada no noticiário nacional para ver o que aconteceu com Kátia Abreu, a senadora que disputou no domingo passado o governo tampão de Tocantins.
O problema não é o DEM, mas sim o próprio petê. Os vermelhos desbotaram e essa onda de “golpista” não combina mais. O que aconteceu com Kátia Abreu é a maior comprovação. Ela perdeu feio, ficando em 4º lugar após um vídeo da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, pedir votos nas redes sociais, em nome no ex-presidente Lula.
Quer dizer, o que aconteceu com Kátia e no estado do qual representa, vai ocorrer em toda canto desse país. Então, o PT daqui quer empurrar Anísio Maia na chapa a ser encabeçada por João Azevêdo, nome petista defendido pelo vereador Marcos Henrique, sindicalista.
“O companheiro Ricardo Coutinho não pode jamais deixar de considerar que o PT tem uma lógica de estar contemplado na majoritária. Temos militância, estratégia midiática com um dos maiores tempos de TV e Lula, que tem 70% de aprovação no interior do Estado”, justificou.
A julgar pelo que aconteceu em Tocantins, não é estratégico mencionar o nome de Lula na campanha. É perda de voto.
