O deputado Manoel Ludgério (PSD) sabe da importância de “amarrar” uma decisão neste momento de instabilidade da oposição, principalmente de expor nomes competitivos para a formação da chapa majoritária que irá representar o grupo nas eleições de outubro deste ano.
Por isso, talvez no momento certo, expôs publicamente a chapa de sua preferência: Lucélio Cartaxo (PV), governador; Michelini Rodrigues (PSDB), vice; e os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e Raimundo Lira (PSD), candidatos à reeleição.
Simples assim. O problema da oposição é que tentou levar a discussão até o momento da definição, se fica ou sai, do governador Ricardo Coutinho. Agora sim, estabelece a ordem que já deveria ter acontecido no começo do ano, como defendia o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV).
Portanto, se depender do deputado Ludgério, a chapa será formada pelos seguintes partidos: PV, PSDB, PSDB e PSD. Nesta ordem. E o MDB do senador José Maranhão, na hipótese de haver uma desistência da pré-candidatura?
Pela sugestão do parlamentar, os emedebistas ficariam com uma suplência de um senador e o PP a outra. Agora, quem vai botar o guizo no pescoço desses partidos é outra história.
Em publicação nas redes sociais, Ludgério até filosofou. Confira:
“Ninguém, absolutamente ninguém, vive mais no mundo da escuridão. Todas as pessoas, a cada minuto, tomam conhecimento dos acontecimentos que repercutem em nossas vidas”.
