“Estamos conseguindo fazer mais com menos. Apesar deste momento prolongado de crise econômica no País, a Paraíba mantém o timo de obras e permanece tudo em dia…”
“… Já começamos o ano com este pacote importante de obras que serão entregues ao povo da Paraíba, no primeiro trimestre do ano”.
As frases acima foram pronunciadas pelo governador Ricardo Coutinho (PSB). Falou sobre à pseudacandidatura ao Senado da República nas eleições deste ano.
Conjugou o verbo no presente, mas como o olhar em direção ao futuro. Em março, o Palácio da Redenção prepara a entrega de obras, porque em 7 de abril não deverá estar à frente das inaugurações.
Ao mesmo tempo, na iminência de ter de descer do muro, o governador soou como se estivesse rendido à lógica plebiscitária urdida pelas pré-candidaturas dos adversários.
O receio é que haja uma polarização entre os nomes da oposição e para não correr risco algum, então o socialista já está pensando seriamente em ir para disputa e assegurar a imunidade parlamentar.
Apostar na briga entre os oposicionistas já não é mais a estratégia eficaz, porque aumentaria a polarização dentro do próprio grupo de oposição.
