Governistas estimulam ZÉ para forçar um segundo turno

Não há dúvidas de que uma possível candidatura do senador José Maranhão (MDB) o grande beneficiado, em tese, é o nome apresentado pelo governo para suceder o atual chefe do Executivo paraibano. Forçaria um segundo turno. É por isso, que aliados do governista PSB estimulam a pré-candidatura de Zé.

A estratégia é tão antiga quanto o processo eleitoral. A divisão da oposição começou a ser plantada a partir da reeleição de Luciano Cartaxo (PSD) a Prefeitura de João Pessoa. Se desenrolou durante os 365 dias do ano passado e consolidou-se na última semana de 2017, culminando com o atual momento.

Se repete agora o cenário da campanha passada, quando o então PMDB lançou o nome de Vital do Rêgo ao governo, que naquela ocasião forçou o segundo turno, consequentemente, deu a reeleição do governador e seu segundo governo.

Agora MDB, o partido segue na linha de ajudar ao próximo, socorrer o que mais precisa, para tentar polarizar uma disputa que caminha para ser plebiscitária sobre as ações do atual governo, ou se o eleitor prefere o novo para gerir os problemas do Estado.

Lógico seria a candidatura da vice Lígia Feliciano (PDT), e não João Azevêdo. Aliás, um cenário bem parecido com aquele de Luciano Agra, quando preterido de concorrer à reeleição a prefeito de João Pessoa. Lígia, sem dúvidas, seria o nome mais natural.

Os três pré-candidatos no páreo são: Luciano Cartaxo, Maranhão e Azevêdo, sendo o primeiro nome o adversário preferencial do Palácio da Redenção. Por isso, os governistas socialistas alardeiam: “É Zé, é Zé, é Zé…”  E com ele forçar o segundo turno na eleição deste ano.