O Fio Preto, golpe supostamente praticado pela Energisa, sob investigação do Ministério Público do Estado, se tornou uma enigma no dia a dia da empresa. A imprensa tentou arrancar informações sobre esse tema durante entrevista do diretor-presidente André Theobald, convocado pela Assembleia para prestar esclarecimento.
A repórter Aline Lins, editora do portal Clickpb, perguntou sobre a suposta fraude e se o lema continuava o mesmo de que “é melhor uma energia cara do que um apagão barato”. A assessoria da empresa impediu o diretor-presidente da concessionária falar, prestando mais um desserviço à população da Paraíba, sempre queixosa com o serviço prestada pela Energisa.
Theobald tinha ido ao legislativo estadual participar de uma audiência pública para discutir os sucessivos aumentos nas tarifas de energia. Ele admitiu ter pago uma multa no valor de R$ 800 mil ao MPE (Ministério Público do Estado) no caso do Golpe do Fio Preto, alegando que o motivo foi o descumprimento a lei por ter desrespeitado o direito à ampla defesa dos consumidores dos consumidores suspeitos da prática de “gato” furto de energia.
Como se sabe, a celebre frase “é melhor uma energia cara do que um apagão barato” foi pronunciada pelo ex-presidente da empresa Marcelo Rocha.
Foto: Polêmica Paraíba
