A Defensoria Pública de Campina Grande tem razão: “Não há segurança hídrica”, conforme informou o procurador de Justiça Francisco Sales para suspender o racionamento de água na cidade. Ele adiantou, em conversa com o portal Maispb, que sua preocupação baseia-se em estudos técnicos.
Para Sales, “não é nada contra o governo, não é nada político, estamos trabalhando pelo povo”. Ele defende que a suspensão só deverá ocorrer quando houver comprovação de segurança, evitando, dessa forma, quaisquer prejuízos futuros com a falta de água.
“Eu entendo que alguns personagens tem entendido que está havendo muita política. O governo tem o direito de gerenciar o estado nos melhores propósitos deles, existe a ansiedade em findar o racionamento. O que a gente quer é que a população tenta a garantia de ter água por um período grande e não volte a sofrer por racionamento”, disse Sales.
Se não dá, não dá.
