‘Aquieta Lígia (Feliciano); não chegou a tua vez!’

As coisas poderiam estar tranqüilas se a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) não estivesse se apresentando como candidatura à sucessão em 2018. Movimenta-se sem ao menos ouvir a quem merece dar satisfações políticas. Porém, Lígia prefere agir ao modo da estratégia traçada por sua assessoria, talvez, ou alguém, por algum momento, sonhou que RC vai largar o governo para concorrer ao Senado no próximo ano com um time a sua altura.

A imagem acima, onde aparecem o secretário Waldson Sousa (Planejamento), o deputado federal Damião Feliciano (PDT), o governador Ricardo e a vice Lígia, mostra um ambiente diferente de outras ocasiões. O recado repassado pelo secretário Luís Torres, de Comunicação, foi endereçado aos “Feliciano” e exibe algo que o Palácio da Redenção não pensava para esse momento. “O plano ‘A’ é o governador seguir na gestão até 2018”.

Algo parecido com: “aquieta Lígia (Feliciano); não chegou a tua vez!”. Alguém perguntou ao signatário do blog se houve precipitação na movimentação da vice-governadora? Pode ter acontecido, sim, até porque não existe o ambiente de confiabilidade no momento em que o governador está procurando formar o seu time para a sucessão e precisa ter um nome capaz de aglutinar forças com os atuais aliados.

O que ninguém tem dúvidas é que Lígia está indo com muita cede ao pote, e aí ela poderá se atrapalhar no momento das definições. Claro, que se trata de um nome, no entanto, não é prioritariamente o que desejam os socialistas para o confronto do próximo ano. Vislumbra-se, portanto, a diminuição dos espaços do PDT de Damião Feliciano – se é que existe – por causa dessa má elaborada estratégia, quando o plano que se trabalha é outro completamente diferente.

Agora, só resta fazer o caminho de volta e procurar uma desculpa convincente.