Nesta sexta-feira (2), o Tribunal de Justiça do Estado tornou o prefeito eleito Fábio Tyrone (PSB) em político um tanto malcheiroso, também com prazo de validade vencido. Condenado por improbidade administrativa em processos relacionados pela Meta 4 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Tyrone pode não ser diplomado como prefeito eleito de Sousa.
Ele é um dos principais nomes entre as 31 condenações. É o quinto de uma lista assim composta pelos prefeitos José Gervázio da Cruz (Caturité), Jairo Halley de Moura Cruz (Serra Grande), José Fernando Queiroz (São José dos Coirdeiros) e Magno Silva Martins (Passagem). Segue a relação com Fábio Tyrone Braga de Oliveira (ex-prefeito e prefeito eleito de Sousa).
Engrossam a lista dois ex-prefeitos de Santa Rita: Reginaldo Pereira e Marcos Odilon Ribeiro Coutinho. E mais: Francisco Dantas (Cachoeira dos Índios), Gilberto Muniz Dantas (Fagundes), Antônio Gomes da Silva (Mari), Fábio Fernandes (Mamanguape), Ugo Ugulino Lopes (Pombal), Luiz José Mamede (Serra Branca), Evandro Gonçalves (Bom Jesus), José Airton Pires (São João do Rio do Peixe).
Outros nomes: Ivan Olímpio (São Bentinho), Ajácio Gomes (Malta), João Bosco Cavalcante (Serra Grande), Ronaldo Agra Machado (ex-presidente da Câmara de Massaranduba) e José Francisco Marques (Aroeiras).
Tayrone pode não ser diplomado como prefeito eleito. Apesar da “ficha suja”, ele transitou normalmente pelas ruas de Sousa atrás de voto. Conseguiu o suficiente para se eleger, mas se enxergasse pelo espelho não ousaria ter ido para o embate municipal. A não ser que continue achando que essa condenação não abala o seu prestígio.
