Às vias da conclusão do prazo para o encerramento, a CPI da Telefonia instalada pela Assembleia Legislativa fez de tudo, pintou e bordou e não tem chegado a lugar nenhum. Conseguiu, no máximo, a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Foi o que veio aos holofotes e a tendência com essa medida tende a abafar, não investigar.
De resto, além da incerteza de cumprimento das TACs, se elas serão cumpridas ou não, através de investimentos de expansão dos serviços, há a incógnita sobre outros temas levados ao asfalto para assombrar as operadoras: a possível denuncia de sonegação fiscal. Coisa assim de muito dinheiro que deixa de entrar nos cofres do tesouro estadual.
Vai chegar o final do período legislativo e não se tem mais nenhuma novidade, nem mesmo a propalada convocação dos verdadeiros proprietários das operadoras de telefonia móvel. Em tempo, o deputado João Gonçalves (PDT) é o presidente da CPI; e João Bosco Carneiro (PSL), relator.
