11 paraibanos contribuem com a vitória do governo

Como previsto, só Luiz Couto (PT) votou contrário a emenda à Constitucional que impõe limites para gastos públicos por um período de 20 anos. Os demais: Efraim Filho (DEM), Manoel Júnior (PMDB), Aguinaldo Ribeiro (PP), Wellington Roberto (PR), Damião Feliciano (PDT), Rômulo Gouveia (PSD), Pedro Cunha Lima (PSDB), Benjamin Maranhão (SDD), Hugo Motta (PMDB), Wilson Filho (PTB) e André Amaral (PMDB) votaram a favor do governo.

Era bola cantada. Basta lembrar os 366 deputados federais que votaram “sim” à emenda. O “não” obteve 111 votos, incluindo o petista Luiz Couto, dois se abstiveram e 33 se ausentaram. Eram necessários 308 votos, ou dois terços dos 513 parlamentares integrante do colegiado da Câmara Federal. Além de aprovar a PEC, o governo deu uma demonstração de força na votação concluída na madrugada desta terça-feira (10).

O placar folgado da votação mostrou um governo Michel Temer mostrou força e, acima de tudo, que a antecessora Dilma Rousseff simplesmente não governou durante o período à frente da Presidência da República. Daí as coisas ficaram fáceis para o atual gestor, também passou um “trator” por cima da oposição. Uma vitória pessoal do presidente Temer.

O deputado Rômulo Gouveia explanou: “A nossa situação é grave. Nós estamos com uma dívida pública muito grande. Só há três caminhos para equilibrar as dívidas do governo: aumentar impostos, deixar a inflação crescer para que ela corria o valor da dívida pública ou controlar as despesas do governo”.

Sem dúvida, porque a situação de hoje é de descontroles das contas públicas, uma herança do governo do PT. Era necessário o “freio”, conforme entendimento do deputado Pedro Cunha Lima:

“Atualmente, se gasta muito e se gasta mal e desprestigia áreas que fazem o trabalho social, a exemplo de saúde e educação. Com à emenda limitadora dos gastos públicos a gente coloca uma trava para os gastos de forma desmedido. Acho que é preciso mudar também naquilo que é arrecadado”, falou.