Cássio agora admite a licença, quando nunca desejou

Depois que a assessoria considerou a informação do pedido de licença de “papo furado”, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) veio à boca do palco admitindo ser uma “possibilidade”. Disse que conversará com o seu suplente Deca do Atacadão, que não teve ainda a oportunidade de assumir como titular do mandato, nem quando Cássio disputou o governo em 2014.

Em entrevista ontem, o tucano encheu seu suplente de esperança quando afirmou ser essa hipótese (licença) a ser considerada. “Eu irei conversar com o primeiro suplente Deca para saber a disponibilidade dele para assumir e, depois, vou conversar com a minha bancada”, afirmou.

Falou sobre um procedimento médico: “”A licença não seria propriamente para fazer campanha eleitoral; vou precisar realizar uma pequena cirurgia, se tudo estiver bem na saúde, visitarei os municípios”.

Tudo combinado – Titular e suplente já falam a mesma língua quando o assunto é a licença. “Eu não teria como adiantar se poderei ou não assumir o mandato sem antes conversas com ele (Cássio). Vai depender muito do prazo e do período de afastamento. Só poderei me manifestar depois do entendimento que ele aventou”.

Assim, o pedido de licença do senador Cássio Cunha Lima não é “papo furado”, conforme afirmou a assessoria do tucano.