O assunto é o mesmo. A violência generalizou-se de tal forma que é impossível mudar o tema. Muda-se apenas o local da ocorrência. Oficialmente, o governo não se manifesta. Em pleno domingo (14), quando comemorava-se o Dia dos Pais, o médico Jairo Sales leva um tiro na perna numa tentativa de assalto. Vem a ser candidato a vice-prefeito de Campina Grande, na chapa encabeçada por Artur Bolinha (PPS).
A platéia que morre de medo, acompanha tudo com passividade, passou a conviver com o “silêncio” absoluto. Algumas poucas opiniões. Nada mais além de disso. O caso é apenas mais um. Felizmente, o tiro não atingiu a parte óssea da perna e Jairo não corre risco. Apenas o prejuízo de não participar da campanha. Pelo menos neste primeiro momento.
A propósito desse fato, se estava faltando o mote da campanha no segundo maior colégio eleitoral da Paraíba, a violência deverá ser um ingrediente no debate da corrida municipal. Sempre lembrando que a responsabilidade é de todos, não apenas uma questão de Estado. Nota-se, portanto, que o assunto insegurança não é prioridade. A menos que esteja tudo bem.
