PMDB e o casamento conveniente com o governo socialista

Em crise com o Palácio da Redenção, o senador José Maranhão – presidente estadual do PMDB -, depois de acusado de gerar o desequilíbrio do tesouro estadual durante a terceira edição do seu governo, deverá juntar os cascos para uma reunião do Diretório. Não convém perguntar os assuntos em pauta, pois não interessa se a sigla vai romper com a gestão do PSB agora ou no limiar da campanha de 2018.

Rompimento

Imagina-se que, por coerência, o Diretório peemedebista discutiria a hipótese de romper com o governo. Um interlocutor com livre trânsito no partido revelou ao blog: “Não se rompe no primeiro ano de governo”.

O que tem

O PMDB não cogita desocupar a Secretaria de Articulação Política, confiada ao deputado licenciado Trócolli Júnior. Ele vive de férias permanente porque a pasta inexiste, também um cargo no turismo estadual.

“Casamento”

A estratégia do PMDB é manter com o governo do Partido Socialista Brasileiro um casamento muito conveniente, em que a fidelidade é facultativa. O senador Maranhão que o diga. Em assim sendo…

 Agora não!

Como a legenda não tem a intenção de abandonar a boquinha, conforme demonstrado, a coisa vai ficando como está. Uma evidência de que na política, como na vida, quando o matrimônio é pautado pelo interesse, vira patrimônio.