O encontro denominado de “Mulher em Ação” promovido pelo PMDB neste sábado (21) não contou com a presença maciça delas. Tinha mais homens e revelou-se um “fiasco”. Afinal de contas, faltou “representatividade”. A começar pela ala feminina que não foi prestigiar a ex-deputada federal Nilda Gondim, ela que está no comando desse grupo, talvez por uma deferência especial do senador José Maranhão, recém conduzido a presidência da sigla no plano estadual.
A despeito desse sentimento de gratidão de Maranhão deve-se a situação em que se encontra o “PMDB Mulher”. “A propósito, diga-se, caducou”, disse-me um interlocutor quando usou a expressão “caducou”. Claro, chamou a atenção do repórter. Pois bem, deixou-me a pá da situação informando que D. Nilda “não é mais presidente dessa ala do partido”. Ou seja, o mandato dela venceu faz tempo.
Contou-me: “Para ela (Nilda) ser a presidente novamente o senador Maranhão tem que fazer uma nova comissão provisória”. Quer saber o meu entendimento: Nilda está sendo “convidada” a sair. A propósito, talvez JM pode estar esperando uma atitude da ex-deputada e mãe do deputado Veneziano Vital e do ministro do TCU, Vital do Rêgo, ex-senador.
Porém, trata-se de uma situação legal e cabe ao partido decidir se intervém ou não. Por isso, o evento fracassou. “Fiasco” bateu na trave. Nos corredores da sede do PMDB o assunto mais comentado foi a ausência do deputado federal e pré-candidato Manoel Júnior. Ele se prepara para disputar a eleição municipal de João Pessoa.
A ausência ocorreu porque ele não foi convidado. Mostra que o “PMDB Mulher” não está engajado no projeto do partido nacional onde recomenda candidatura própria nas capitais. José Maranhão passou cedo, antes das presenças dos deputados Veneziano Vital e Gervásio Maia. Ah! Única mulher deputada, Olenka Maranhão não apareceu. Acertou quem disse que ela também não foi convidada.
Na verdade, há dois PMDBs, o de Maranhão e outro que ensaia não cumprir o projeto nacional para as eleições municipais do próximo ano.
