A prefeita Polyana Dutra contrariou o seu PT, quando, à revelia da direção estadual declarou apoio a candidatura à reeleição de Ricardo Coutinho ao Palácio da Redenção. Forçada ou não a pousar para uma foto com RC, forçada ou não ao dizer que “o governador é muito trabalhador, eu também”, Polyana vai ser inquirida na instância partidária.
O Partido dos Trabalhadores quer ouvi-la, porque, no mínimo, ela será advertida ou sofrerá um processo de expulsão e, nesta hipótese, Polyana poderá ser constrangida, ainda, com uma ação por infidelidade partidária na Justiça Eleitoral, podendo perder o cargo de prefeita de Pombal.
Polyana terá que ser convincente, conforme adiantou o presidente estadual do PT, Charlinton Machado, que estar surpreso com a decisão da prefeita de apoiar a candidatura reeleitoral do governador do Estado, “porque fere decisão tomada pela instância máxima do partido”.
Disse mais: “Foi aberto processo, ela terá todo o direito de defesa, mas se não for convincente terá o mesmo destino de outros que resolveram contestar as decisões deliberativas do partido, ou seja, vai sair do PT”.
Para ela não tem notícia pior e não tem amizade com o ex-presidente Lula que faça Polyana a não encarar o “banco dos réus” dos petistas.
