Por que não federaliza logo o crime de Bruno Ernesto?

Inês Morais do Rego vai procurar a procuradora-geral da República, Raquel Dodge para pedir a federalização do crime de Bruno Ernesto. Quer uma investigação, de forma isenta, do episódio que levou a execução do seu filho. Vai dizer ser necessário esclarecer o que aconteceu em 7 de fevereiro de 2012. Até por causa do tempo, que segue sem resposta.

Helder Moura, em seu blog, lembrou que “o pedido foi feito em 2015 pela advogada Laura Berquó”, sem que houvesse nenhuma definição. Inês vai dizer duas coisas: 1 – que não abrirá mão sobre suas dúvidas e indagações; 2 – um ano e três meses para o inquérito ser encaminhado à PGR é realmente muito tempo.

Inês contou que “não suporto mais esse excesso de tempo, que não é razoável; eu preciso de uma resposta”. A dificuldade para a federalização do “caso Bruno” é porque o Ministério Público do Estado não enviou informações solicitadas pelo então procurador Janot.

Mas por que não enviou? Sabe-se lá porque.