Energisa sob investigação isenta; já estava em tempo

“O que a Energisa faz com o consumidor torna o seu cliente uma presa para Justiça”, informou o deputado Renato Gadelha (PSC). Ele sustenta que as fraudes da empresa são extremamente graves e a sociedade exige uma resposta, “quanto mais cedo melhor”, complementa.

Segundo Gadelha, “a fraude é praticada pela própria empresa e induz ao consumidor a pecha de criminoso”. Ele cobra a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre a Energisa por causa do propalado e conhecido “fio preto”.

Já o deputado Cabo Sérgio Rafael, suplente no exercício do mandato parlamentar, destacou que “se foram colhidas as assinaturas, não era nem para estar sendo questionado”, disse ele manifestando de acordo com a instalação da investigação parlamentar.

O deputado Anísio Maia (PT) preferiu destacar a decisão do procurador de Justiça Francisco Sales, que evitou a homologação do arquivamento da ação em tramitação no Ministério Público do Estado.

“Vocês sabem que o Ministério Público fechou um termo de acordo com a Energisa onde se concluía que a empresa era inocente, mas agora o Ministério Público está repensando…

“… E graças a esse procurador, doutor Sagres, está divergindo do arquivamento da denúncia contra a Energisa, e propondo reabrir o caso para que seja investigado desta vez com isenção, que a primeira não foi”, acrescentou Anísio.