Cássio repete Campos: ‘Não vamos desistir do Brasil’

Como os socialistas daqui têm uma dificuldade de lembrar do ex-governador Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em 2014, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), vice-presidente do Senado, fez de forma a não deixar uma frase emblemática de Campos escorrer ao vento: “Não vamos desistir do Brasil”. São palavras que precisam ficar encravadas na memória do povo brasileiro.

Quando reportou sobre a declaração de Eduardo Campos, o senador Cássio trouxe à tona que, antes de qualquer coisa, “é precisa pensar nas medidas importantes para fazer o país voltar a crescer”, destacando que no caso da reforma trabalhista “não é o governo (federal) que concederá férias, reajuste de salário e nem estabelecer um, dois dias de folga para o trabalhador”.

Adiantou que a situação de crise vivida atualmente, o desemprego galopante, “não é uma obra exclusiva do Governo Temer, que tem suas falhas, mas é necessário ver que existem virtudes e que com elas será possível a retomada do emprego”.

Continuando acerca desse assunto, comentou: “Por mais incompetente que seja o presidente Michel Temer, como muitos querem atribuir todas essas mazelas a ele, é claro que ele tem uma grande parte nessa responsabilidade, mas hoje cabe a população não desistir do país e a tarefa da classe política, a qual eu faço parte, é de aprovar as reformas que estão em curso para que o Brasil volte a crescer”.

Sobre 2018 – “O objetivo é ter a oposição unida, e mais do que discutir nomes, queremos discutir propostas para a Paraíba”, informou o senador, líder maior dos tucanos da Paraíba, quando instado a falar sobre as eleições do próximo ano. “O governo atual vem aumentando o desemprego com medidas recessivas”, afirmou.

Segundo ele, “recentemente, a Paraíba criou uma taxa pra pagar imposto, uma taxa muito injusta, pois cobra igual de quem muito e de quem ganha pouco, isso é profundamente injusto, é o imposto recessivo, considerando que a cobrança é igual pra todo mundo, tanto faz ser o empresário mais rico como a pessoa mais pobre”.

Esse foi o tom da entrevista que o senador Cássio concedeu nesta segunda-feira (3), no Sistema de Correio de Comunicação.